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Património

Tongobriga oferece experiência arqueológica a todos os visitantes

Um espaço dentro do Centro Interpretativo onde o visitante, além da análise e interpretação dos vestígios e registos recolhidos no campo, tem contacto com conteúdos expositivos que procuram explicar as diversas fases do trabalho arqueológico, nomeadamente a recolha, o registo e a análise dos vestígios arqueológicos.

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Foto: DRCN

A Oficina Pedagógica do Centro Interpretativo de Tongobriga será inaugurada, no próximo dia 27 de setembro, pelas 10h30, na Estação Arqueológica do Freixo, em Marco de Canaveses.

Este projeto pretende dotar aquele espaço de instrumentos complementares à exposição Mudar de Vida, de forma a proporcionar aos visitantes da Área Arqueológica do Freixo, uma experiência mais rica e diversificada, vivenciando todos os aspetos relacionados com a investigação arqueológica, nomeadamente a recolha, o registo e a interpretação dos vestígios arqueológicos.

O projeto contempla dois espaços distintos:

Um espaço exterior onde foram construídas réplicas de estruturas e contextos arqueológicos, sendo possível ao visitante efetuar uma escavação arqueológica simulada, recolhendo e registando todas as réplicas dos vestígios arqueológicos aí depositados, vestígios de estruturas e artefactos que vão da Idade do Ferro ao Período Medieval;

Um espaço dentro do Centro Interpretativo onde o visitante, além da análise e interpretação dos vestígios e registos recolhidos no campo, tem contacto com conteúdos expositivos que procuram explicar as diversas fases do trabalho arqueológico, nomeadamente a recolha, o registo e a análise dos vestígios arqueológicos.

Além destes conteúdos expositivos, o visitante pode tomar contacto com os instrumentos de trabalho e os materiais recolhidos nas escavações, bem como os registos de campo originais, realizados ao longo dos 40 anos de trabalho de campo em Tongobriga, numa perspetiva de visualização de todas as tarefas realizadas na Área Arqueológica do Freixo, culminando as mesmas na produção dos conteúdos expositivos do Centro Interpretativo de Tongobriga.

A organização das tarefas da Oficina Pedagógica serão estruturadas de acordo com os diferentes grupos-alvo de visitantes de Tongobriga, contemplado atividades infanto-juvenis, para grupos escolares ou famílias e atividades só para adultos.

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Museus

Apresentada publicamente a Revista Memória Rural, nº 2

A segunda edição desta publicação do Museu da Memória Rural vai ficar disponível brevemente para poder ser adquirida via online, no site do museu

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Foi já realizada a apresentação da Revista Memória Rural, nº 2. A sede do Museu da Memória Rural, em Vilarinho da Castanheira, foi palco do lançamento, tendo contado com a análise critica dos conteúdo do Doutor António Ponte , Diretor Regional de Cultura do Norte.

A segunda edição desta publicação do Museu da Memória Rural vai ficar disponível brevemente para poder ser adquirida via online, no site do museu (https://museudamemoriarural.pt/loja ). E tanto este, como o primeiro número, podem ser adquiridos na Biblioteca Municipal de Carrazeda de Ansiães, no Museu da Memória Rural em Vilarinho da Castanheira, no Posto de Turismo de Carrazeda de Ansiães e no Centro Interpretativo do Vale do Tua.
De forma semelhante ao ano transato também este número será distribuído a todas as bibliotecas municipais de Trás-os-Montes e a todas as bibliotecas das faculdades de letras do país.

O volume referente ao ano de 2019, além Nota de abertura do Presidente da Câmara Municipal
de Carrazeda de Ansiães, Dr.João Manuel Gonçalves, integra os seguintes artigos:

  1. A Tecelagem artesanal no concelho de Carrazeda de Ansiães. O processo de manufatura e as memórias relacionadas com a produção das tradicionais mantas de lã de ovelha
    Isabel Alexandra Lopes
  2. Os Moinhos do Ribeiro do Coito
    Rodolfo Manaia
  3. Memórias das sombras do tempo nos concelhos de Carrazeda de Ansiães, Alijó e Murça
    António Luis Pereira
  4. Uma manifestação de comunitarismo agro-patoril
    Carlos Seixas
  5. O Projeto Arquivo de Memória
    Alexandra Cerveira Lima | Bárbara Carvalho | Carla Magalhães
    Inês Batista | Jorge Sampaio | Maria Sottomayor | Ondina Monteiro
  6. Simbólica religiosa de Trás-os-Montes: olhares transversais e perspetivas cruzadas
    Martin Soares | Paulo Patoleia
  7. Continuidade e mudança nas festas de São Sebastião em Barroso
    João Azenha da Rocha | José Filipe Sepúlveda
  8. Responsos, lendas e rezas de Adeganha, Torre de Moncorvo
    Arnaldo Duarte da Silva
  9. Raios e coriscos
    Alexandra Vieira
  10. Paisagem urbana e rural em S. João da Pesqueira. Evolução vivencial do território
    Artur Oliveira
  11. Perspetiva histórica e social do concelho de Alijó a partir das Memórias Paroquiais de 1758
    Joaquim Grácio
  12. A evolução da mobilidade no Alto Douro. Memórias de um transmontano na década de cinquenta
    Susana Maria Vasconcelos Mesquita
  13. “Onde há galo não cantam galinhas”
    Carlos d’Abreu | Carlos Medina
  14. O Castro S. João das Arribas. Achegas para uma storia das Arribas. Parte II
    Mónica Salgado | Pedro Pereira

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Património

Investimento de 100 Mil euros na Citânia de Santa Luzia, Viana do Castelo

Os trabalhos propostos, cujo prazo de execução é de 180 dias, incidem na estabilização/restauro das alvenarias dos diferentes sistemas estruturais que constituem a Cidade Velha de Santa Luzia, um notável exemplar dos povoados fortificados existentes no Noroeste Peninsular

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Orçada em mais de 100 Mil euros, vai ter início, em janeiro próximo, a intervenção de conservação das Ruínas da Cidade Velha de Santa Luzia (Citânia de Santa Luzia), em Viana do Castelo.

Os trabalhos propostos, cujo prazo de execução é de 180 dias, incidem na estabilização/restauro das alvenarias dos diferentes sistemas estruturais que constituem a Cidade Velha de Santa Luzia, um notável exemplar dos povoados fortificados existentes no Noroeste Peninsular, tanto pela sua dimensão, como pelo planeamento urbanístico, tipologia construtiva e carácter defensivo.

A reposição observará as técnicas construtivas tradicionais incluindo a colocação de elementos de travamento transversal com a dimensão e o espaçamento que vier a ser determinado em obra. O assentamento será executado sem recurso à utilização de argamassas evitando a utilização de elementos de fixação, de forma a constituir um aparelho com as características da alvenaria existente.

Serão utilizadas as unidades de alvenaria existentes no local prevendo-se a possibilidade de recorrer a unidades existentes em depósito, dentro do perímetro da Cidade Velha, caso seja necessário para colmatar espaços ou proceder a reforços complementares.

A intervenção será custeada pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, conforme estabelecido no Protocolo de Colaboração celebrado entre a Direção Regional de Cultura do Norte e o Município de Viana do Castelo na sequência do Estudo de Impacto Ambiental de Consolidação do Parque Empresarial de Lanheses. Considerando-se ser necessário implementar medidas compensatórias referentes à salvaguarda do património existente no concelho de Viana do Castelo, a Câmara Municipal optou por alocar o investimento no projeto de conservação das ruínas arqueológicas da Cidade Velha de Santa Luzia.

Este monumento nacional, classificado em 1926, é propriedade do Estado Português e encontra-se afeto à Direção Regional de Cultura do Norte, através da Portaria nº 829/2009, de 24 de agosto, sendo da sua competência a manutenção, gestão e valorização deste património.

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Museus

Vai ser lançado o segundo número da Revista Memória Rural

Esta publicação cultural e científica, de periodicidade anual, em apenas dois números já reuniu a colaboração de 38 investigadores, fotógrafos e escritores que se debruçaram exclusivamente sobre temáticas do Património Imaterial, Vernacular, Etnográfico e da Memória Histórica da região.

António Luis Pereira

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A apresentação pública do segundo número da Revista Memória Rural (RMR) vai ser realizada no dia 7 de dezembro, na sede do Museu da Memória Rural, em Vilarinho da Castanheira, pelo Doutor António Ponte, Diretor Regional de Cultura do Norte.

A RMR é uma publicação do Museu da Memória Rural e surgiu pela primeira vez no ano de 2018 no panorama editorial da região de Trás-os-Montes e Alto Douro. Assumindo-se como o órgão editorial desta estrutura museológica do concelho de Carrazeda de Ansiães, a suas edições pretendem fortalecer o processo de comunicação do projeto museológico, tentando dar-lhe visibilidade e dinâmica regional e nacional.

Esta publicação cultural e científica, de periodicidade anual, em apenas dois números já reuniu a colaboração de 38 investigadores, fotógrafos e escritores que se debruçaram exclusivamente sobre temáticas do Património Imaterial, Vernacular, Etnográfico e da Memória Histórica da região.

A revista é produzida em papel e em formato digital e pode ser adquirida através do site do Museu da Memória Rural, ou passado algum tempo da sua distribuição impressa, consultada e descarregada online, a partir do sitio eletrónico , ou através da sua versão em Open Journal system (OJS) de forma gratuita.

O Museu da Memória Rural, espaço que acolhe e é responsável pela criação e dinamização desta iniciativa editorial, é um projeto museológico polinucleado que tem vindo a ser construído por diversas aldeias do concelho de Carrazeda de Ansiães, caraterizando-se fundamentalmente como uma instituição local que visa responder às necessidades de dinamização cultural e preservação do espólio identitário de um território marcado pelos fortes problemas da interioridade.

Constituído na atualidade por 5 núcleos museológicos dispersos por diferentes localidades do território concelhio, o Museu da Memória Rural está a ser idealizado como um projeto pioneiro na região, assentando os seus pressupostos nos princípios de uma museologia social e coesiva que pretende o envolvimento e a participação da comunidade num processo dinâmico de valorização dos recursos culturais do concelho.

Metodologicamente, o museu aposta numa abordagem participacionista do património, privilegia uma visão dinâmica do passado e pugna por uma intervenção científica e cultural capaz de operar com metodologias de intervenção comunitárias, democráticas e participativas.

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